Ao tocar um coração, seja apenas outro coração. Todos interagimos com diferentes versões de nós mesmos quando trocamos energia com os seres que se encontram ao nosso redor haja vista que relações são espelhos de nossos aspectos mais sublimes e, também, mais enfraquecidos. Portanto, o que te distancia do outro, te distancia de si mesmo.. Somos um, unidos pela liberdade de interagir com nossas próprias sombras.

A unidade e sua infinitude fazem parte do processo de nascimento e de morte de qualquer ser. Perpassamos inúmeras vezes por construções e desconstruções de diferentes identidades para enterdermos que nenhuma temos, somos apenas Amor. As sombras são reflexos de uma essência amorosa infindável em constante aprimoramento..

Desapegar-se nos liberta e a liberdade é o único pré-requisito de nossa potencial felicidade.. Ela é matéria-prima de nossos sonhos, bem como a base evolucionária de tudo o que nos propomos a atingir ao encarnar através de nossas escolhas. Se, em nossos corações, nos apegarmos a qualquer coisa que seja - raiva, ansiedade, ideologias, matéria, seres -, perdemos as infinitas possibilidades de enxergarmos nossas sombras e nos sentirmos plenos.

O fogo que incandesce em nossas veias é a morada da criação de tudo que existe e do que pode, potencialmente, vir a tomar uma forma diferente da qual existe. Se soubermos compreender esse poder, entenderemos o propósito que rege a mecânica do Universo. A expansão e sua consequente contração de consciência são primordiais para o processo dual de compreensão de si mesmo.

A centelha de nossa criança interior rege a sinfonia da vida em suas infindáveis nuances.. Se caracterizando pela abertura através da qual o universo se observa e se explora. As águas que me conceberam a luz são as mesmas as quais irradiarei a minha para o universo, através do potencialíssimo poder feminino de amor que habita em mim, e que habita em você.

A tristeza não consegue tocar o homem que não é escravizado por si mesmo.. Pois ele nada possui, é passível de amar incondicionalmente a existência de tudo o que o cerca.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

A Energia Eletrônica das Plêiades



As Plêiades são um grupo de estrelas situadas na Constelação de Touro, dentre elas está Alcion ou Alcione. Vamos estudar a respeito deste enigmático e também importante Sol, já que sua influência sobre o nosso sistema solar é muito importante. Convém lembrar que a Bíblia cita as Plêiades algumas vezes, vejamos algumas delas: "Falando Deus a Jó, disse-lhe: 'Poderás tu impedir as delícias das Plêiades ou desatar os ligamentos de Órion?' ... 'Soubeste tu as ordens do céu?'" (Livro de Jó cap. 38; 31)As Sagradas Escrituras são muito claras ao se referir às "Delícias das Plêiades". Sabemos que a energia eletrônica de Alcione (o Sol Central das Plêiades) trará a todos os seres humanos uma luz de pureza, tanto interior quanto exterior. Estas são as delícias maiores que podemos ter. Com respeito ao ligamento de Órion é necessário explicar o seguinte: O conhecido Cinturão de Órion é a base do Sol Tilo, no qual gravita a estrela Barnard I ou Hercólubos. A Bíblia e vários outros livros antigos nos indicam que Órion abriga uma força malévola, em contraposição às Plêiades, que nos fornecem força positiva e benéfica. A grande energia de Alcione é comentada por VM Samael Aun Weor, dr. Paul Otto Hesse, sr. Yosip Ibrahim etc. Chegará um grande dia que durará cerca de 2 mil anos. Será que você acredita nisso? Então, vejamos o Apocalipse (21: 23 a 27: "A cidade não tem necessidade de Sol nem de Lua que brilhem nela". Mas, a seguir, continua: "Suas portas nunca serão fechadas de dia, pois ali não haverá noites". Todos já estamos informados de que as energias do Sol Alcione serão exclusivamente cósmicas, compostas de elétrons devidamente desintegrados, os quais produzirão uma luz constante, de aproximadamente 2 mil anos. Também em Apocalipse (22: 5) diz: "Não haverá noite e não terá necessidade de luz de lâmpada, nem de luz do Sol, porque Deus, o Senhor, nos iluminará". As profecias do Apocalipse nos apresentam um realismo astronômico e profético de transcendental importância. No livro escrito em alemão, intitulado Der Jungs Ter Jag, de Paul Otto Hesse, aparecem inquietantes afirmações relacionadas com as Plêiades. Segundo Hesse, nosso sistema planetário forma parte do sistema de sóis pertencentes ao sistema das Plêiades e que não apenas seis sóis giram ao redor de Alcione, mas também o nosso Sistema Solar, chamado esotericamente de Ors, sendo o sétimo a gravitar em torno da grande massa chamada Alcione. Toda esta rotação e translação dura cerca de 24 mil anos, divididos em dois semiperíodos de 12 mil anos, dos quais 2 mil são de luz e 10 mil de obscuridade. Segundo afirma Otto Hesse, atualmente estamos vivendo o final dos 10 mil anos obscuros e, conseqüentemente, prontos para entrar nos 2 mil anos de luz.Afirma-se que Alcione possui ao seu redor um gigantesco anel de radiações em posição transversal do plano das órbitas dos sóis e seus sistemas solares. O alcance do disco energético é de centenas de anos-luz. Logicamente, todos os sistemas solares terão obrigatoriamente de cruzar o anel ou disco de radiações. A velocidade é diferente, portanto demoram tempos diferentes. O nosso Sistema Solar de Ors, devido à sua posição dentro das órbitas de Alcione, demora cerca de 2 mil anos para atravessar o anel alciônico. Segundo Hesse, a poderosa energia radiante do anel de Alcione provoca a decomposição ou o rompimento dos elétrons. Essa fissão eletrônica é desconhecida ainda pela ciência atual. Quando o planeta Terra, juntamente com todo o nosso sistema, penetrar nestas radiações, serão excitadas todas as moléculas e todos os átomos de todos os corpos existentes, sofrendo estes uma transformação de magnitude imprevisível. O mais notável é que a excitação molecular criará um tipo de luz constante, porém, sem calor. Luz atérmica (sem calor) que não produz sombras de tal forma que nem nas cavernas mais profundas existirá obscuridade e, naturalmente, no interior do homem também não haverá obscuridade, trevas. Toda matéria em seu inteiro será iluminada ocasionando mudanças em tosas as manifestações da vida. Surgirá vegetação antes desconhecida e rica em teor nutritivo e sabor. Foi-nos dito que este fenômeno ocorre a cada 10 mil anos, com o qual se explica a época glacial, cataclismos causadores de modificações geográficas e da própria vida. Os anéis de Alcione nos trarão grandes benefícios, mas também produzirão grandes calamidades inicialmente. A extraordinária obra de Hesse recebeu o título em espanhol de El dia más jove, e nele se descreve todo esse fenômeno maravilhoso de Alcione.Afirma-se que os Anéis de Alcione, por sua forma aparente, poderiam ser comparados aos anéis de Saturno, com a diferença de proporções e teor energéticos, já que estes são formados de pó e rochas, e aos anéis de Alcione, de luz, estendendo-se várias centenas de anos-luz.Dentre em breve, a ciência acusará ter descoberto no espaço exterior certas radiações até então desconhecidas. A partir deste momento tudo será questão de pouco tempo para penetrarmos na Zona Manásica de Alcione.A ciência atual não admite a hipótese da existência real dos anéis, e também que pertencemos a um sistema estelar tendo como eixo Alcione. Portanto, como afirma a Bíblia, a Humanidade será atingida de surpresa.Afirma Hesse: "Caso a Terra entre nos anéis antes do Sol, será produzido um fenômeno atmosférico semelhante a um grande incêndio, tanto no céu com em todo o planta, no entanto não haverá calor nem prejudicará ninguém, pois será um fenômeno somente para a vista e os sentidos. Embora desde o princípio se observará alteração na matéria, assemelhando-se possivelmente a uma fosforescência"."Por outro lado, caso o Sol penetre primeiro nos anéis, será produzida na Terra uma obscuridade semelhante a uma noite com chuvas de estrelas, que durará cerca de 110 horas. Logo, a Terra sofrerá o fenômeno já descrito pra tornar-se banhada em luz constante durante 2 mil anos"."A obscuridade será produto das modificações repentinas nas radiações solares pelo contacto com o Anel Manásico. A chuva de estrelas ou aparentes estrelas, será conseqüência da extraordinária excitação molecular da atmosfera. O dia perpétuo de 2.000 anos é resultado da própria radiação, não dependendo do Sol para ter luz de dia"."Como conseqüência, um provável fenômeno ocorrerá na alteração da atração solar sobre a Terra, diminuindo progressivamente sua velocidade de rotação sobre seu eixo tornando os dias mais longos".Hess enfatiza que a radiação manásica carece de calor, por é luz sem sombra, sem temperatura e como os raios solares serão modificados, então começará haverá em nosso planeta um esfriamento geral, mais sensível nos pólos. Será o início de uma Nova Glaciação, cujos gelos chegarão pelos menos, até o paralelo 40, ao norte e ao sul, deixando com região habitável e de clima temperado as proximidades do Equador.A linha do Equador não será no mesmo lugar geográfico que conhecemos. A entrada da Terra no anel manásico produzirá uma mudança, talvez brusca, na inclinação do eixo polar, colocando-nos em posição vertical. Tudo indica que este mesmo fenômeno ocorreu nas épocas Lemúrica e Atlante.A ciência sabe que as glaciações ocorrem de maneira periódica, de forma brusca e repentina. Mas, até hoje a ciência não encontrou o motivo desta ocorrência. Conhece-se os efeitos, porém nada se sabe sobe as causas. Conseqüentemente, os anéis, tantas vezes mencionados juntamente com o grande astro Hercólubus, ou estrela Barnard I, pode ser uma boa explicação.Tanto para Hesse, VM. Samael, como também para os Irmãos Maiores do Cosmos, a natureza dos anéis provocará uma luz constante na Terra, desaparecendo as sombras, o dia, a tarde e a noite. Não haverá mudanças de frio para calor, provavelmente desaparecerão as estações do ano. O conceito do homem sobre o Tempo será totalmente alterado. A Terra continuará dependendo do Sol, no tocante ao calor, mas esta energia térmica será diminuída e se manterá constante.Alertamos que isto não será o "Fim do Mundo", pois bem sabemos nos meios esotéricos e antropológicos que ainda faltam duas raças para o planeta se converter em um cadáver, em uma lua. Entretanto, convém lembrar que nem todas as pessoas viventes neste planeta poderão subsistir a eta nova radiação ou energia, por diversos motivos que serão explicados à medida que avançamos nos estudos. Além do mais, com estes acontecimento haverá mudanças continentais. Uns se afundarão, outros submergirão, com a presença de vulcões e terremotos, resultando um cataclismo distante.

Sabedoria do Egito antigo para ativar a glândula pineal: O Mantra de Ísis que estimula a clarividência.



O mantra é um exercício meditativo que utiliza o poder do som para produzir certos efeitos psíquicos.

Entoar sons para beneficiar-se de suas vibrações é uma prática espiritual muito antiga e ao contrário do que muitos pensam os mantras não são privilégios das filosofias budistas e hinduistas.

No Antigo Egito, por exemplo, os discípulos dos templos sagrados eram incentivados a entoar determinado sons afim de prepararem-se para as próximas iniciações, quando deveriam desenvolver em si mesmos certas qualidades necessárias para os níveis mais adiantados.

Os Mantras, Palavras de Poder.

Os egípcios antigos chamavam esses sons de Palavras de Poder e acreditavam que as mesmas estimulavam aspectos da divindade naquele que meditava frequentemente nelas.
Recentemente eu conheci o Mantra da Ísis e sentir sua fortíssima energia. Achei fantástico! Depois de alguns segundos a mente se esvazia numa sensação de paz.

Pesquisando encontrei umas citação interessante:

No livro de Gates, um texto egípcio antigo, o Mantra de Ísis é descrito da seguinte forma:

"E aquele que recitar as Palavras de Poder da Ísis... farei com que seja levado de Apep de Ra em Amentet. Qualquer um que fizer isso no Palácio Oculto de Tuat e também sobre a terra o resultado será o mesmo."

***Nota: Apep foi considerado um deus do mal no antigo Egito o adversário da luz. Tuat era o submundo. Amentet era o reino dos mortos.

Elevação proteção e clarividência após a remoção do Véu de Ísis.

E assim o Mantra de Ísis era conhecido entre os iniciados, por elevar o Ser retirando-o das garras do mal e do submundo, conferindo ao mantra uma qualidade de proteção.
Porém as Palavras de Poder de ísis era muito mais.

Ativação da glândula pineal e do terceiro olho.

Segundo estudos realizados por Samuel Aun Weor, escritor pesquisador ocultista e fundador do gnosticismo samealino, o Mantra de Ísis está relacionado com ativação da glândula pineal e atua com muita eficácia no chákra do Terceiro Olho estimulando o despertar da clarividência em pouco tempo.
Minha conclusão é que o Mantra de Ísis remove o véu que ofusca a visão da Luz e da Verdade Divina.
E nesse sentido e eleva as vibrações de quem ou entoa, através da visão das dimensões superiores.
O Mantra Ísis é "iiiiiissss" e para um resultado efetivo você deve entoá-lo todos os dias por aproximadamente 20 minutos por tempo indeterminado e horário da sua escolha.


Escute no vídeo a pronúncia correta:



domingo, 9 de abril de 2017

O Papiro e a Flor-de-Lótus - O Antigo Egito

 


Duas plantas símbolos

     Os antigos egípcios, sem dúvida, não economizaram palavras e ilustrações que possibilitassem conhecer, com riqueza de detalhes, seu quotidiano sob os mais variados e interessantes aspectos.
     Com efeito, quem visita os seus sítios arqueológicos, fica impressionado com a gama de escritos e pinturas que cobrem as superfícies dos seus monumentos, demonstrando toda sua técnica e apurado bom gosto.
     Para facilitar ainda mais esse belo e rico trabalho informativo, o gênio egípcio encontrou uma outra forma, muito cômoda, para transmitir sua cultura à posteridade: a escrita sobre papiros, muitos dos quais, felizmente, chegaram intactos até nossos dias.
     Tão importante foi para eles a descoberta daquele tipo de papel que a planta do qual provém a matéria-prima necessária ao seu fabrico tornou-se sagrada e cultuada, transformando-se em símbolo da antiga civilização do Baixo Egito.
     Também consagrada foi a flor de lótus, que passou a ser símbolo do Alto Egito.
     Nos momentos do Egito unificado, quando sob a tutela de governante único, o valor atribuído a essas duas plantas torna-se de evidência insofismável.
     Com efeito, além do mandatário ostentar as duas coroas, é comum o papiro e o lótus aparecerem retratados lado a lado nas pinturas, desenhos e obras de arte. Esse zelo bem demonstra o valor e o respeito que os egípcios devotavam ás plantas, particularmente para essas duas que tão de perto lhes falavam.
    
O Papiro

     É a planta da qual os egípcios retiravam as fibras necessárias à produção do papel utilizado para as suas escritas.
     Ainda hoje, embora em menor escala, o papiro continua a ser cultivado em algumas áreas com o objetivo de abastecer de matéria-prima os fabricantes de papiro turístico nos chamados “museus do papiro”. (*)
     Essas casas, além de confeccioná-los e vendê-los, fazem aos turistas demonstrações de sua fabricação e executam trabalhos artísticos sobre suas belas superfícies.
     Trata-se de uma planta que se desenvolve com muita facilidade em áreas alagadas.
     Foi por isso que se tornou símbolo da região Norte, onde se situa o Delta, a região agrícola por excelência.
     Seu formato serviu de inspiração para as grandes colunas dos templos e palácios, que se apresentam nos capitéis sob duas formas: botão, ou fechado, e aberto, ou umbelas. As colunas nesses estilos são chamadas de tipo “papiriforme”.
     Como que simbolizando a juventude ou estado de contentamento (e o desenho hieróglifo significa verde), o papiro era particularmente recomendado à apresentação á deusa Hathor e servia como um cetro mágico utilizado por várias divindades, inclusive a gata-deusa Bastet.
     O talo do papiro colhido tinhas várias destinações: manufatura de roupas, calafetação de barcos (posteriormente substituído por um tipo de capim), construção de barcos ou canoas a remo, e, como finalidade mais nobre e tradicional, a confecção do papel que leva seu nome. A planta na fase de corte atinge de dois a quatro metros de altura.
     O caule, de configuração triangular, é seccionado em pedaços de aproximadamente 45 centímetros de comprimento, a casca verde retirada e o material interior, muito branco e esponjoso, constituído por películas concêntricas, transformado em tiras de aproximadamente 5 centímetros de largura por 0,5 centímetro de espessura. Mergulhadas as tiras em água por aproximadamente uma semana, são, em seguida, marteladas para rompimento das fibras, trançadas vertical e horizontalmente e, a seguir, submetidas à prensagem por mais uma semana.
     Ao final do período se obtém uma folha já seca, resistente e leve, que, com a finalidade de manterem-se inalteráveis, recebem um último tratamento à base de fricção com óleo de Cedro. 
     As folhas do papiro prontas, geralmente quadradas, eram emendadas e podiam ser transformadas em longas folhas, que, enroladas de forma tradicional, apresentavam o lado chamado de direito para ser escrito.
     O verso do papiro, que, via de regra ficava em branco, foi, muito amiúde, utilizado pelos pobres que não tinham acesso ao papiro virgem. Isso foi detectado em algumas vilas de trabalhadores, como em Deir-el-Medina.
     O uso do papiro continuou ao longo do período Greco-Romano e no Califado Islâmico, até a introdução do papel de pano, originário do Extremo Oriente, por volta do 8º. ao 9º. século d.C.
     No Museu do Cairo, além dos da Europa, como os do Louvre, Britânico e de Turim, existem importantes coleções de papiro que versam sobre poesia, matemática, astronomia, história, geografia, etc.
     O estudo sistemático desses textos fez surgir a papirologia, ciência especializada e de muita relevância para a paleografia e a filologia.

A Flor de Lótus

     Trata-se de uma flor aquática muito utilizada na ornamentação de espelhos d’água e que encontra similares muito parecidos em lagoas de nosso país. No Egito, da mesma forma que o papiro, era abundantemente encontrada às margens do Nilo e de seus canais. Era, com certeza, muito cultivada nos lagos sagrados e nos jardins dos templos e palácios.
     Além daquela utilização, Heródoto, historiador grego do século V a.C, legou-nos a informação de que a sua medula era utilizada como produto comestível.
     Sua configuração foi inspiradora das colunas tipo “lotiforme”, muito freqüentes nas belas construções de Luxor e Carnac, a antiga e esplendorosa Tebas.
     À época faraônica, eram encontrados dois tipos de Lótus: a “nymphaea branca”, ou Lótus branco, e a “nymphaea caerulea azul”. Tempos mais tarde surge um terceiro tipo, maior, a “nymphaea nelumbo”, que foi trazida da Índia.
     O Lótus azul aparece muitas vezes retratado diante do nariz de pessoas e animais, sobretudo no Novo Império, demonstrando sua graça e beleza, além de fazer rescender sua agradável fragrância. Nas imagens das tumbas, onde o morto se apresenta aos deuses, é comum ver-se a flor do Lótus presente no altar das ofertas, ou na decoração do próprio ambiente.
    

File:AmarnaPalacePainting-BrooklynMuseum.png

Flor de Lótus em espelho d’água  no Museu do Cairo. Foto: Ismael Gobbo

A Torre do Cairo, à margem do Rio Nilo. Executada em concreto,  retratando a 
Flor de Lótus. Cairo, Egito. Foto: Ismael Gobbo

Plantação de papiro na região de Deir-el-Bahari, no Egito. Foto: Ismael Gobbo

Descascando o Papiro para preparar as tiras. Demonstração em um museu de papiro no Cairo, Egito. Foto: Ismael Gobbo

As tiras de Papiro sendo trançadas para serem colocadas numa prensa. 
Cairo, Egito.  Foto: Ismael Gobbo 

O papiro na prensa. Museu do papiro, Cairo, Egito. Foto: Ismael Gobbo

Folha de papel de papiro já pronta, confeccionada artesanalmente. Cairo, Egito.
 Essas folhas as vezes eram  emendadas para  formar os extensos rolos dos “Livro dos Mortos”
Foto: Ismael Gobbo

Papiro conservado no Museu Egípcio de Turim, Itália.

Ficheiro:Egypt bookofthedead.jpg
Detalhe do Livro dos Mortos do escriba Nebqed, que viveu sob o reinado de Aménofis III (1391-1353 a.C.), durante a 18ª. Dinastia. Acompanhado pela mãe e pela esposa,  Nebqed se apresenta diante de Osíris, o deus dos mortos. Museu do Louvre, Paris, França.

Coluna “Papiriforme” em templo egípcio de Carnac. Foto: Ismael Gobbo

Moderno monumento em forma de Flor-de-Lotus na represa de Assuã, Egito.
Foto: Ismael Gobbo

A Caixa D’Água da cidade de Ilha Solteira, no estado de São Paulo, divulgada como em formato de taça, lembra as colunas papiriformes egípcias. Foto: Ismael Gobbo



terça-feira, 22 de novembro de 2016

Símbolos Ciganos


Símbolos, amuletos, e talismãs são objetos de proteção, de força, ao qual se atribui um poder místico que estão ligados com sua forma e a simbologia que os mesmo representam. O punhal, o violino, o pandeiro, o leque, o xale, as medalhas e as fitas coloridas; o coral, o âmbar, o ônix, o abalone, a concha marinha (Vieira), o hipocampo (cavalo-marinho), a coruja (mocho), o cavalo, o cachorro, o galo e o lobo são símbolos sagrados para o Povo Cigano. 
A verbena, a sálvia, o ópio, o sândalo e algumas resinas extraídas das cascas das árvores sagradas, são ingredientes indispensáveis na manufatura caseira de incensos, velas e sais de banho, mesclados com essências de aromas inebriantes e simplesmente usados nas abluções do dia-a-dia, nos contatos sociais e comerciais, nos encontros amorosos e principalmente nos ritos iniciáticos, de uma forma sensível e absolutamente mágica, conferindo grandes poderes.

ÂNCORA
Simboliza segurança.
É usado para trazer segurança e equilíbrio no plano físico, financeiro, e para se livrar de perdas materiais.
Simboliza segurança.
É usado para trazer segurança e equilíbrio no plano físico, financeiro, e para se livrar de perdas materiais.

CHAVE
Simboliza as soluções. É usado para atrair boas soluções de problemas. O símbolo da chave quando trabalhado no fogo costuma atrair sucesso e riquezas.
Simboliza as soluções. É usado para atrair boas soluções de problemas. O símbolo da chave quando trabalhado no fogo costuma atrair sucesso e riquezas.

CORUJA
Simboliza o ver a totalidade. É usado para ampliar a percepção com a sabedoria possibilitando ver à totalidade: o consciente e o inconsciente.
Simboliza o ver a totalidade. É usado para ampliar a percepção com a sabedoria possibilitando ver à totalidade: o consciente e o inconsciente.

ESTRELA DE 5 PONTAS
Pentagrama (estrela de 5 pontas) simboliza o Homem Integral (de braços e pernas abetos) interagindo em perfeita harmonia com a plenitude da existência.
Simboliza evolução. É usado para proteção, além de estar associada à intuição, sorte e êxito. A estrela representa o domínio dos cincos sentidos. Também conhecida como o Pentagrama.

ESTRELA DE 6 PONTAS
Simboliza proteção. É usado como talismã de proteção contra inimigos visíveis e invisíveis.
Também conhecida como Estrela Cigana e Estrela de David. A Estrela Cigana é o símbolo dos grandes chefes ciganos. Possui seis pontas, formando dois triângulos iguais, que indicam a igualdade entre o que está à cima e o que está a baixo. Representa sucesso e evolução interior

FERRADURA
Simboliza energia e sorte. É usado para atrair energia positiva e boa sorte. A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte, a fortuna e afasta a má sorte.

LUA
Simboliza a magia e os mistérios. A lua é usada geralmente pelas ciganas, para atrair percepção, o poder feminino, a cura e o exorcismo atentando sempre as fases: nova, crescente, cheia e minguante. A lua cheia é o maior elo de ligação com o sagrado, sendo chamada de madrinha. As grandes festas sempre acontecem nas noites de lua cheia.

MOEDA
Simboliza proteção e prosperidade. É usado contra energias negativas e para atrair dinheiro. A moeda é associada ao equilíbrio e à justiça e relacionada às riquezas materiais e espirituais, que é representada pela cara e coroa. Para os ciganos, cara é o ouro físico, e coroa, o espiritual.

PUNHAL
Simboliza a força, o poder, vitória e superação. É muito usado nos rituais de magia, tem o poder de transmutar energias. Os ciganos também usavam o punhal para abrir matas, sendo então, um dos grandes símbolos de superação e pioneirismo, além da roda. O punhal também é usado na cerimônia cigana de noivado e casamento, onde é feito um corte nos pulsos dos noivos, em seguida os pulsos são amarrados em um lenço vermelho, representando a união de duas vidas em uma só.

RODA
O grande símbolo geométrico do Povo Cigano é o Círculo Raiado (representando a roda da carroça que gira pelas estradas da vida) provando a não linearidade do tempo e do espaço. Simboliza a Samsara, representando o ir e vir, o circular, o passar por diversos estados, o ciclo da vida, morte e renascimento, e é usado para atrair a grande consciência, a evolução, o equilíbrio. É o grande símbolo cigano, e é representado pela roda dos vurdón que gira.
Samsara (sânscrito) - Literalmente significa viajando. O ciclo de existências, uma sucessão de renascimentos que um ser segue através de vários modos de existências até que alcance da liberação.
Vurdón (romanês ou romani - dialeto cigano) - Significa carroção.

TAÇA
Simboliza união e receptividade, pois qualquer líquido cabe nela e adquire sua forma. Tanto que, no casamento cigano, os noivos tomam vinho em uma única taça, que representa valor e comunhão eterna.

TREVO
É o símbolo mais tradicional de boa sorte. Trevo de quatro folhas: traz felicidade e fortuna.
Quando se encontra um trevo de quatro folhas na natureza, podem-se esperar sempre boas notícias.
O maior axioma do Povo Cigano diz simplesmente: A sabedoria é como uma flor, de onde a abelha faz o mel e a aranha faz o veneno, cada uma de acordo com a sua própria natureza.


Maturidade Espiritual

O que é Maturidade Espiritual?


  • Maturidade espiritual é quando você para de tentar mudar os outros e se concentra na própria mudança.
  • Maturidade espiritual é quando você aceita as pessoas como são.
  • Maturidade espiritual é quando você entende que todos estão certos em sua própria perspectiva.
  • Maturidade espiritual é quando você aprende a "deixar ir".
  • Maturidade espiritual é quando você é capaz de não ter "expectativas" em um relacionamento, e se doa pelo bem de se doar.
  • Maturidade espiritual é quando você entende que o que você faz, você faz para a sua própria paz.
  • Maturidade espiritual é quando você para de tentar convencer o mundo do quão inteligente você quer aparentar ser.
  • Maturidade espiritual é quando você não busca aprovação dos outros.
  • Maturidade espiritual é quando você para de se comparar com os outros.
  • Maturidade espiritual é quando você está em paz consigo mesmo.
  • Maturidade espiritual é quando você é capaz de distinguir a necessidade da vontade, sendo capaz de desapegar-se do que você simplesmente "quer".
  • Você ganha maturidade espiritual quando você para de anexar felicidade a tudo que não se refira ao seu potencial de criação interno.



Muita LUZ NA SUA ESPIRITUALIDADE!
Boa tarde!!

Os Chakras e a Kundalini

Kundalini, o fogo plasmador e primeiro chakra, recebeu vários nomes ao longo da história. Mas o que é Kundalini? Vamos voltar no tempo e no espaço... Tempo esse onde não existia sistema solar. O sol, que representava uma intensa massa de energia consciencial, explode e dele se originam fragmentos que são espalhadas pelo espaço; estes fragmentos constituem-se por todo o sistema solar, originando também o planeta em que habitamos. Tal massa incandescente Inteligente foi se esfriando, tomando uma forma característica, e se consolidando em um planeta composto por 4 elementos. O primeiro seria o elemento Terra, que implicaria em toda e qualquer porção de terra, minerais e rochas existentes no território terrestre; o segundo elemento é caracterizado pela Água, sendo constituído pelos mares, lagos e rios; o terceiro viria a ser nomeado como elemento Ar, envolvendo toda a atmosfera que rodeia o planeta e o elemento Fogo, que consiste na massa incandescente consciencial operadora da criação - a energia Cardinal em si mesma. 
Os elementos, então, se fundem e possibilitam o surgimento da vida. Tal surgimento pode ser classificado por 4 reinos: o Reino Mineral, o Reino Vegetal e o Reino Humano. Cabe ressaltar, dessa forma, que a massa incandescente inteligente que originou a terra equivale à sua Kundalini. A Kundalini pode ser entendida como esta Força Genésica Plasmadora, também denominada como Energia física da natureza nervosa ou Manifestação sexual (energia constituída do poder de criação). 
E dessa Kundalini, temos 7 aspectos. Prana é o nome genérico que se atribui à qualquer manifestação biológica de energia. Logo, calor e eletricidade são formas de energias Prana, desde que manifestadas por um Ser Vivo. Podemos, dessa forma, aplicar as mãos sobre os chakras que gostaríamos de desenvolver após a elaboração de mantras, melhorar articulações com a energia das mãos, e, também promover um Reforço de Vitalidade ou Regeneração à um órgão danificado pelo mesmo procedimento. Prana, em seu sentido genérico, se constitui da síntese de Energia de origem solar que se encontra em toda a parte. Desse modo, nossas fontes de abastecimento prânico são provenientes do sol, do ar que respiramos e que toca nosso corpo, da água que bebemos e do alimento que ingerimos. Podemos aumentar ou diminuir a quantidade de Prana dos alimentos, por exemplo. Quando cozemos o alimento, temos uma considerável redução de energia Prana. Esta energia pode ser vista e pode ser subdividida em 5: Em Praba, localizada na região peitoral; em Apana, localizada no ânus; em Samana, localizada na região gástrica; em Udana, na garganta e em Viyana, localizada em todo o corpo. Os mais importantes são Praba e Apana, pelo fato de terem polaridades opostas - sendo Praba positivo e Apana negativo. Desse modo, presenciamos uma Faísca quando conseguimos fazer com que os dois polos opostos se encontrem - sendo caracterizada pelo despertar da Kundalini. Podemos influenciar a quantidade de Prana que flui pelos respectivos canais, atuando sobre os chakras principais e secundários. Os principais chakras controlam toda a malha dos secundários, regulando-os. No entanto, podemos proceder com uma fina sintonia, estimulando ou sedando os chakras secundários (mais ligados ás funções dos órgãos físicos). Bons exemplos a serem citados: acupuntura, shiatsu e do in. Os pontos da acupuntura, shiatsu, mosha e do in são chakras secundários, que tem relação direta com o funcionamento dos órgãos. Os chakras principais se encontram ao longo do eixo vertebral, tendo sua ligação com a saúde por distribuírem a energia para os demais centros e sendo responsáveis pelo fenômeno da Eclosão da Kundalini e sua constelação de poderes. São 7, ao longo da coluna.



domingo, 13 de novembro de 2016

Ode à lua cheia cigana! Lua cheia em touro 13/11



Como respeitador que é da natureza, os ciganos cultuam esse mistério que só por eles é desvendado. Para o povo cigano, a lua cheia é o maior elo de ligação com o sagrado. Mensalmente são realizados grandes festivais de consagração e reverenciamento. As celebrações da lua cheia acontecem todos os meses em lugares abertos em torno de fogueiras acesas, com muitas comidas, vinhos, danças e orações. Através da dança, a cigana entra em transe e como se transportada, viaja na força da claridade da lua. Ali, ela recebe toda energia e forças espirituais. É uma mistura de magia que faz com que sua intuição aguce cada vez mais os seus poderes sobrenaturais. Enquanto viaja ao redor da lua, ela se vê com uma bola de cristal nas mãos, e ali, seus olhos enxergam o mundo, pois do futuro tudo entende. Quando voltar a colocar os pés na terra, sente que está preparada para mais uma jornada em sua vida. Com os cabelos soltos e pés descalços, recolhe em seu oráculo, onde reserva um espaço muito especial. Sobre uma mesa com uma toalha bordada ou um chalé de franjas de origem portuguesa ou espanhola, é colocado um castiçal, conchas, figa, punhal, moedas de ouro para chamar riqueza e incenso para purificar e afastar os maus espíritos. A bola de cristal, que na crença traz o poder da intuição e adivinhação, também é colocada sobre a mesa de jogo. Em outro canto próximo, um altar com imagem do santo protetor e de santa Sara Kali, com velas acesas, flores, frutas, trigo, doces finos e vinho; Esse ritual é para não faltar fartura e proteção para família. Nas cartas de Tarô cigano, a cigana adivinha e fala de amor, trabalho, dinheiro, filhos e situações familiares. Santa Sara com seus mistérios, passa para ela, a força das águas, do ar, da natureza e do poder . Em sua bola de cristal, está a energia e a lembrança da luz da lua, formando assim, essa mistura mágica que lhe dá a vidência e sabedoria para decidir o destino de cada pessoa que com ela joga. És filha das estrelas, da lua, dos ventos. Carrega em seu pescoço a estrela de cinco pontas que ilumina e protege sua Tsara. És filha da natureza, és filha da Terra pisada,filha do povo Cigano.